Ir para o conteúdo
O avanço das tecnologias sustentáveis e o papel do Brasil na transição verde

Conteúdo

O avanço das tecnologias sustentáveis e o papel do Brasil na transição verde

Notícias2 min de leitura

A necessidade de um futuro com tecnologias sustentáveis já é uma realidade que precisa ser debatida mais a fundo, diante das crises climáticas que estamos vivenciando atualmente. Muitas cidades já estão implementando o que chamamos de tecnologia sustentável, iniciativas que buscam minimizar os impactos negativos ao meio ambiente e melhorar a qualidade de vida das pessoas. Essas tecnologias propõem meios inteligentes e responsáveis de garantir um futuro ecologicamente mais equilibrado. De acordo com estudos conduzidos pela ESG Radar 2023, os investimentos em ESG, que correspondem ao desempenho de uma empresa em relação à sustentabilidade e responsabilidade corporativa, devem chegar a 53 trilhões de dólares ainda em 2025.

Com isso, diferentes tipos de tecnologias sustentáveis ganham destaque. A energia renovável, por exemplo, envolve fontes que se regeneram naturalmente, como a energia eólica e a hidrelétrica, que ajudam a reduzir a dependência de combustíveis fósseis, como o petróleo. No caso das hidrelétricas, além de contribuírem para diminuir a necessidade de usinas térmicas fósseis e integrarem bem a matriz energética com fontes como a solar e a eólica, é importante destacar que seus impactos socioambientais variam conforme o projeto. Outro ponto importante é a eficiência energética, que tem como pilar a implementação de tecnologias que reduzem o consumo de energia, como lâmpadas de LED, isolamento térmico em edifícios e aparelhos eletrônicos de baixo consumo. Além disso, merecem destaque o transporte e a agricultura sustentáveis, que contribuem para uma economia de baixo carbono.

Quando o assunto é sustentabilidade, começou ontem (10), em Belém, na região Norte do Brasil, a COP30, conferência que reúne delegações, empresas e representantes da sociedade civil para debater o enfrentamento das mudanças climáticas. O fato de o evento ser sediado em um local de preservação tão importante quanto a Floresta Amazônica reforça ainda mais sua relevância. A programação da COP30 vai até a próxima sexta-feira (21) e conta com mais de 200 atividades distribuídas entre as Zonas Azul e Verde. A Zona Azul (Blue Zone) tem acesso restrito a delegações oficiais, chefes de Estado, negociadores, observadores e à imprensa credenciada, sendo o espaço onde ocorrem as negociações e acordos sobre o clima. Já a Zona Verde (Green Zone) é aberta ao público, sem necessidade de credenciamento, e reúne representantes da sociedade civil, que promovem o diálogo com governos e realizam diversas atividades paralelas.

Por fim, esse evento global reforça a importância das tecnologias verdes, que já colocam países como Noruega, Suécia e Dinamarca em posição de destaque quando se trata de investir em energias renováveis e na administração sustentável de recursos naturais. O Brasil, e o Espírito Santo, têm grande potencial para adotar cada vez mais essas fontes limpas e desenvolver programas que nos aproximem do nível dessas nações, consolidando o país como uma potência em sustentabilidade.

Foto: Imagem de Annette por Pixabay

CompartilharLinkedInWhatsApp
Voltar para o conteúdo

Leia também

Ver Notícias